Um fato que me deixa estarrecido, caro leitor, é a pena que as pessoas têm de bandidos e delinquentes.

Estupram, matam, assaltam, destroem famílias inteiras e são, invariavelmente, defendidos por pessoas alucinadas e incentivadoras dos crimes acima aludidos, que atuam em ONGs como, por exemplo, Fogo Cruzado; e igualmente por empresários e políticos como Jorge Paulo Lemann e FHC.

Tentam humanizar a imagem do delinquente, mas, ao mesmo tempo, deformam o cidadão de classe média e alta, ou até mesmo o pobre, todos eles cumpridores de seus deveres, não dando a mínima atenção e suporte às tragédias que ocorrem com estas pessoas e famílias.

O mal, segundo estas ONGs, empresários progressistas e políticos canalhas, é que a moral conservadora é que resultou em tragédia.

Ora, o que é um latrocínio, um estupro, como o de Champinha, lembra-se?

Este sujeito acima, que deveria estar fazendo companhia ao capeta há tempos, depois de matar um rapaz que estava com sua namorada, a estuprou por dias a fio; e aí sim a matou!!!

Este triunvirato criminoso, ao qual fiz referência acima (ONGs/ Empresários/Políticos), não se importa se os atos foram intencionais. Assassinato, latrocínio ou estupros são frutos de uma “revolta justa” perante uma “sociedade injusta”, dizem.

Pergunto a você, caro leitor: o que está esperando para colocar a boca no trombone e adjetivar estes vagabundos que defendem ladrões pelo nome correto?

Eles são partícipes de um crime continuado e contam com uma Justiça militante que, através de audiências de custódia, os libera para voltar a cometer os mesmos crimes ou até mesmo piores.

Perceba como o mundo dá voltas, caro leitor.

Hoje em dia, os mesmos que sempre fizeram campanha ostensiva e vigorosa contra a pena de morte aplaudem atos favoráveis à descriminalização das drogas, esquecendo que, invariavelmente, são as drogas que incentivam a violência, o crime e o tráfico.

Criticam a lei chinesa ou tailandesa, que impõe pena de morte para o tráfico de drogas e crimes hediondos, mas aplaudem os crimes de colarinho branco cometidos por políticos.

Na visão destes idiotas que se acham letrados, os crimes que Lula cometeu por exemplo, lavando dinheiro a rodo, não desembocam na morte de pessoas por falta de leitos em hospitais, numa educação que não garante que se consiga trabalho, justa remuneração e sustento, etc.

Você armado é um perigo, já o bandido armado é um ato de justa revolta.

O bandido monitorado por tornozeleira eletrônica é um desperdício de recurso público, mas, vigiar um policial com uma câmera em seu ombro, é o correto a se fazer, pois temos que partir da premissa, pensar e imaginar que o policial é um bandido com farda, certo?

Quem faz parte da sociedade constituída e que, muitas vezes, está ao seu lado, tem medo de polícia, pois tem a capivara suja, comete atos desonestos, pratica pequenos crimes que somente são testemunhados pela sua própria consciência. Reparem.

É um gato aqui, outro ali, uma pequena contribuição a um funcionário público corrupto etc.

Vou dar um exemplo para quebrar a perna de todos que não olham o todo de uma proposição como esta.

Em países como Reino Unido e Estados Unidos, os policiais têm, como ferramenta de trabalho, as câmeras que são colocadas não somente em seus ombros, mas também em carros oficiais; e contam com a Justiça para assessorá-los.

O que isto significa? É o chamado excludente de ilicitude. É o amparo legal quando o bandido aponta uma arma para um policial e recebe como resposta um tiro na “fuça”.

Chegamos ao absurdo de vermos e ouvirmos uma jornalista indagar o candidato a governador do Estado de São Paulo, Tarcísio Freitas, indicado pelo Presidente Bolsonaro, o que um policial deveria fazer quando uma arma é apontada para ele.

Ora, repito mais uma vez: atirar na cara do meliante!!!

O desafio às leis que impõem risco de vida à força policial deve ter como resposta o chumbo. Simples.

Antes eu ter ao meu lado um fiel cumpridor da Lei e da Ordem a ter que conviver com bandidos.

Mas, voltando ao tema das câmeras, veja você, caro leitor, que o custo de uma câmera por policial é de 650 reais, e de tornozeleiras eletrônicas aplicadas a bandidos, o custo unitário é de 250 reais.

Você prefere vigiar o policial ou o bandido?

Saiba você, caro leitor, que em Sertãozinho, interior de São Paulo, fizeram um experimento e colocaram tornozeleiras eletrônicas em todos os criminosos que estavam em progressão de pena.

Sabe o que aconteceu?

O índice de reincidência criminosa – que sem a aplicação de tornozeleira eletrônica, é de 56% no Estado de São Paulo – caiu para 5% após a aplicação das tais tornozeleiras eletrônicas.

Esfreguem estes dados na cara de quem ousar discutir este assunto com você.

O que mais irrita um progressista apaixonado por criminosos são os fatos.

São inodoros, insípidos.

Ao final deste artigo, peço gentilmente a você, caro leitor, que espalhe este texto e revogue da sua vida o convívio com pessoas que apoiam a descriminalização das drogas, a “ justa revolta dos criminosos” e o tráfico. Chega de debater o óbvio. Lugar de bandido é na cadeia!

 

 

Paulo Costa, empresário, para Vida Destra, 17/05/2022.                                                    Vamos debater o meu artigo! Sigam me no Twitter: @PauloCostaOfic2

 

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