Parece absurdo um título desses para um artigo de economia, mas não é. Nos últimos anos, o mercado de motocicletas no Brasil tem registrado um aumento significativo de vendas. De acordo com os dados disponíveis no site do Detran, em março de 2023, foram emplacadas 144.975 motocicletas, o maior número registrado desde janeiro de 2016. Esse aumento das vendas pode ser atribuído a diferentes fatores, como o envelhecimento da frota de veículos, a migração dos consumidores para meios de transporte mais acessíveis e econômicos e a redução da oferta de crédito para a compra de carros.

No entanto, a aceleração das vendas de motocicletas não é um sinal de melhoria da economia, como muitos podem pensar. Na verdade, é um reflexo da piora da situação financeira dos brasileiros nos últimos anos. Desde a crise econômica de 2014, o poder de consumo dos brasileiros tem diminuído gradualmente, enquanto a inflação tem aumentado. O salário do brasileiro não vale mais o mesmo e muitos estão enfrentando dificuldades para manter um padrão de vida mínimo.
A falta de crédito também é um fator que contribui para o aumento das vendas de motocicletas. Com a taxa de juros alta e a situação econômica instável, muitas pessoas não têm mais acesso a crédito para comprar carros ou outros bens de consumo duráveis. Isso acaba criando uma demanda maior por motocicletas, que são mais acessíveis financeiramente.
O aumento das vendas de motocicletas também é um reflexo da migração dos consumidores para meios de transporte mais econômicos. Com o preço da gasolina em alta e a manutenção de um carro se tornando cada vez mais cara, muitos brasileiros estão optando por motocicletas como meio de transporte. Isso tem um impacto direto no mercado de automóveis, que tem registrado queda nas vendas nos últimos anos.

A migração dos consumidores para motocicletas pode ser vista como um sinal de piora da economia, especialmente quando consideramos que em países com economias frágeis, a quantidade de motocicletas é maior do que a de automóveis. Além disso, a falta de investimentos em infraestrutura e segurança para os motociclistas pode representar um risco para a vida dos usuários desses veículos.
Em resumo, a aceleração das vendas de motocicletas no Brasil não é um sinal de melhoria da economia, mas sim um reflexo da piora da situação financeira dos brasileiros nos últimos anos. A migração dos consumidores para motocicletas pode ter um impacto negativo na indústria automobilística e na qualidade de vida dos usuários desses veículos. É preciso que as autoridades e as empresas do setor estejam atentas a esse fenômeno e adotem medidas para garantir a segurança e o bem-estar dos usuários de motocicletas, bem como o desenvolvimento de uma economia mais equilibrada e sustentável.
A Argentina no final do século XIX era o país mais rico e poderoso do mundo, em termos econômicos, muito acima da Alemanha, Japão, Reino Unido, EUA e demais potências atuais. No início do século XX, ela estava entre as 12 nações mais ricas do mundo, pelo quesito de renda per capita, além de ser extremamente liberal.

País economicamente pujante e sólido, altamente industrial e exportador, a Argentina tinha um plano bem sucedido de inclusão de migrantes: judeus, alemães, italianos, espanhóis, portugueses e outros atraídos por altos salários, qualidade de vida, exploração de terras,ferrovias, indústrias ou serviços. Vários deles com alto poder de capital e giro de investimento. Entre 1870-1920, mais de 70% do investimento estrangeiro na região, foi para a Argentina. Era um país rico, moderno, inserido em um mundo globalizado e ainda o líder no mercado essencial de alimentos e alimentos caros, ávido exportador e importador.
Basicamente, a Argentina era um “país europeu” em continente americano. Mas essa situação mudaria a partir da Grande Depressão Americana. De 1930 até 1980 houve uma sequência de governos populistas e juntas militares que se revezavam no poder. Ou seja, o argentino soube “trabalhar bem” (estou sendo sarcástico); destruiu um projeto de riqueza e prosperidade em basicamente 100 anos de populismo, estatismo e crises políticas internas e altos índices de corrupção.
Em outra ocasião, farei um artigo sobre a história do Peronismo e do Partido Justicialista. Mas tudo que você precisa saber AGORA é: Cristina Kirchner e Alberto Fernández que são peronistas, são membros ativos do Foro de SP, organização que tem o apoio/participação de Evo Morales, Nicolás Maduro, Rafael Correa, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dirceu e outras pessoas da pior espécie.
Além disso, Alberto Fernández é um dos fundadores do Grupo de Puebla, ao lado de Lula.

Sun Tzu em A arte da Guerra fala: “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se… conheces a ti mesmo, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Caso não conheça nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas”
Grande parte da população argentina e dos partidos políticos, seguem a cartilha : 20 verdades peronistas. Então vamos conhecer essa cartilha:
| 1ª) A verdadeira democracia é aquela em que o governo faz o que o povo quer e defende um único interesse: o do povo. |
| 2º) O peronismo é essencialmente popular. Todo círculo político é antipopular e, portanto, não peronista. |
| 3º) O peronista trabalha para o MOVIMENTO. Aquele que em seu nome serve a um círculo ou a um líder; é apenas no nome. |
| 4º) Para o peronismo, não há mais do que uma única classe de homens: os que trabalham. |
| 5º) Na NOVA ARGENTINA trabalhar é um direito e é um dever, porque é justo que todos produzam pelo menos o que consomem. |
| 6º) Para um peronista não pode haver nada melhor do que outro peronista. |
| 7º) Nenhum peronista deve sentir mais do que é ou menos do que deveria ser. Quando um peronista começa a sentir mais do que é, começa a se tornar um oligarca. |
| 8º) Na ação política a escala de valores de todo peronista é a seguinte: primeiro a Pátria, depois o Movimento e depois os homens. |
| 9º) A política não é um fim para nós, mas apenas um meio para o bem da Pátria, que é a felicidade dos seus filhos e a grandeza nacional. |
| 10º) Os dois braços do peronismo são a justiça social e a ajuda social. Com eles damos ao povo um abraço de justiça e amor. |
| 11º) O peronismo anseia pela unidade nacional e não pela luta. Ele quer heróis, mas não mártires. |
| 12º) Na NOVA ARGENTINA, os únicos privilegiados são as crianças. |
| 13º) Um governo sem doutrina é um corpo sem alma. É por isso que o peronismo tem uma doutrina política, econômica e social: o justicialismo. |
| 14º) O justicialismo é uma nova filosofia de vida, simples, prática, popular, profundamente cristã e profundamente humanista. |
| 15º) Como doutrina política, o justicialismo equilibra o direito do indivíduo com o da comunidade. |
| 16º) Como doutrina econômica, o Justicialismo realiza a economia social, colocando o capital a serviço da economia e esta a serviço do bem-estar social. |
| 17º) Como doutrina social, o Justicialismo realiza a justiça social, que dá a cada pessoa o seu direito na função social. |
| 18º) Queremos uma Argentina socialmente justa, economicamente livre e politicamente soberana. |
| 19) Constituímos um governo centralizado, um estado organizado e um povo livre. |
| 20º) Nesta terra o melhor que temos são as pessoas. |
Leu todos os 20 pontos? Se sim, vai entender que lembra muito bem o PT, PSOL e demais partidos socialistas aqui do Brasil e mundo. Ser corrupto, estatizador e mentiroso, faz parte do DNA peronista para angariar a “massa”.
Veja a quantidade de vezes que os peronistas estiveram no poder:

O termo Default é utilizado no mercado financeiro para especificar quando países não conseguem pagar suas dívidas (tanto externa quanto interna). Embora em português, o termo mais utilizado seja o “calote”, no jargão do mercado financeiro o termo utilizado é o Default. Mas o Default não significa que o país não pagará suas dívidas. Em algumas situações específicas ou o descumprimento temporário do pagamento, geram o Default, que pode ser feito depois com juros ou renegociação.
A Argentina se acostumou a viver um ciclo vicioso de calotes após a Independência da Argentina (realizada em 1816) :



Veremos graficamente alguns dados, histórico e como a situação econômica atual da Argentina está péssima. Lembrando que os dados são analisados após o fechamento do mercado financeiro, no dia 23 de Agosto (domingo). Em sua variação diária, a situação nesta segunda (e nos próximos dias ) poderá ser diferente:
O peso argentino em poucos anos perdeu totalmente seu poder de compra, totalmente desvalorizado. O dólar é usado massivamente pela população argentina como forma de proteção cambial.

O Índice Merval computa os dados das ações das principais empresas negociadas na bolsa de valores de Buenos Aires, na Argentina. Como sempre, o setor privado segura o rojão.

Ao olhar o gráfico, percebe-se que a Argentina é um país muito irregular, sempre está em recessão.

Taxa de desemprego acima de 10 por cento

Atualmente, a taxa de inflação está acima de 40 %

A Argentina registrou uma dívida governamental equivalente a 89,40% do Produto Interno Bruto do país em 2019. Segundo projeções econômicas, projeta-se uma tendência de cerca de 95 % em 2021 e 93% em 2022

Em junho deste ano, Fernández resolveu estatizar a maior empresa de cereais e agroexportador da Argentina, o Grupo Vicentin.
Na noite do dia 21 de agosto (sexta-feira), após o fechamento do mercado financeiro, o presidente peronista Alberto Fernández resolveu interferir/congelar os preços dos serviços de telefonia e televisão do país, em uma anúncio feito por uma thread no Twitter. Segue a tradução:
“Decidimos declarar serviços públicos de telefones celulares, serviços de internet e televisão por assinatura. Desta forma, garantimos o acesso a eles para todos.
Também organizamos o congelamento das tarifas de telefone, internet e TV paga até 31 de dezembro. Dadas as restrições que a pandemia nos impõe, ninguém deve abrir mão de parte de sua renda para fazer frente aos aumentos nos preços desses serviços.
Dessa forma, estamos recuperando instrumentos regulatórios que o governo anterior tirou do Estado. O direito dos usuários e consumidores é um direito reconhecido constitucionalmente. Doravante, não poderá haver aumento sem a aprovação prévia do Estado.
Educação, acesso ao conhecimento, cultura e comunicação são direitos básicos que devemos preservar. Por isso, ordenamos que a partir de agora haja planos inclusivos de benefícios básicos, universais e obrigatórios para quem tem menos.”
Grave isso, não? Isso lembra os anos 80 aqui no Brasil?
Algumas empresas como Saint-Gobain Sekurit, Basf, Axalta, Honda, MWM, Kimberly-Clark e diversas outras, estão demitindo e mudando a planta/produção para o Brasil.
Com o Coronavírus e o “lockdown forçado”, a situação só piorou.
Concordo com as palavras abaixo do meu amigo GVBA5:
Vimos tudo isso acontecer e onde foi parar, perdemos 12 Trilhões de dólares, pagamos indenizações até hoje e estamos imersos na luta para salvar o Brasil.
Se reagir agora, há chance!
— GVBA (@GVBA5) August 22, 2020
Depois de analisar o passado e presente, quero deixar com você, querido leitor, que tenha uma conclusão sobre a situação Argentina. Caso queira comentar mais sobre o assunto, terei o prazer de responder aqui nos comentários ou no meu Twitter pessoal.
Nunes, para Vida Destra, 24/08/2020
Vamos discutir o Tema. Sigam o Twitter @vidadestra
Nunca na história desse país, tivemos ministérios com um corpo 100 % técnico, sem o já conhecido “toma lá, dá ca”. Ou seja, cada ministro e seus respectivos secretários, além de seus subordinados, executam funções de acordo com o conhecimento adquirido ao longo do tempo, seja na forma de estudo e experiência de mercado, focando no resultado.
Enquanto a mídia brasileira não divulga os ótimos resultados de índices econômicos, os argentinos com espanto, o fazem muito bem!
Estamos saindo do fundo do poço na questão econômica!
Que Deus abençoe nosso PR @jairbolsonaro e que continue abençoando nossos empresários. Que sejamos exemplo para a América.
Nem os próprios argentinos acreditaram. https://t.co/vV2KGWKVIg pic.twitter.com/jx6UUYUzAJ— Nunes (@nunesinc) November 7, 2019
Vejam alguns índices:
Dolar
Na faixa 4,20 – 3,90, nesse patamar, ótimo para a balança comercial! A bolsa toda semana atinge um novo patamar, até o fechamento dessa matéria, IBOV estava acima dos 109 000 pontos.

Taxa SELIC
Atualmente a menor taxa de juros da história, em 5 %

Reservas Internacionais
376 bilhões de dólares, são recursos geridos pelo BC, para utilização imediata, se eventualmente for necessário financiar saldos negativos das contas externas e/ou estabilizar o mercado de câmbio.

Taxa de Desocupação – Desemprego
Atualmente em 11,8 % é um número altíssimo, fruto das gestões anteriores! Atinge 12,6 milhões de trabalhadores. MAS, só neste ano foram criados mais 700 mil postos de trabalho, fecharemos 2019 com 1 milhão de vagas preenchidas.

IPCA
Estamos abaixo do centro da meta da inflação ( que é de 4,25 %), na casa dos dos 3 %

Leis e Medidas de Incentivo Aprovadas
Lei da Liberdade Econômica (Lei 13.874/2019)
Reforma da Previdência (falta promulgação)
Reforma Trabalhista № 13.467 de 2017 – Temer
MP do Contribuinte Legal Nº 889/2019
Medidas em aprovação/tramitação
Legalização de Startups: Projeto de Lei Complementar 462/17, que simplifica a legalização de empresas.
Plano Mais Brasil (3 pecs para alavancar o País, será melhor explicada em outros artigos)
PEC Paralela da Previdência (estava na reforma original)
Nova reforma Trabalhista (ainda em tramitação)
Conclusão
Ainda é cedo ! O dólar ainda não se estabilizou, e a bolsa ainda está no rali de alta. Leilões e privatizações só estão no começo. Abertura de mercado e acordos bilaterais ainda estão recentes. A infra começou a decolar há pouco tempo.
Até 2022 veremos um governo extremamente reformista e um Congresso e STF que só atrapalham. Economia boa é ruim para a esquerda!
É um governo que cumpre suas promessas, diferente dos demais, e as vezes precisa fazer o uso de várias Medidas Provisórias. Então peço ao Congresso e ao STF: PAREM DE ATRAPALHAR O BRASIL.
Me perguntaram por email essa semana: O que esperar do dólar até o final do ano?
Resposta: É um cenário complicado. Com guerras comerciais no exterior, com guerra cambial, fator China, fator político e econômico interno e externo. Com um possível aumento de volume do ouro nos últimos meses. EUA não param de crescer, mas o FED baixando a bola até ultima reunião do final do ano.
Neste momento, estamos pelo quarto mês seguido na casa (zona) dos 3.88 a 3.64, sendo que o suporte 3.64 foi testado por três vezes.
O Brasil está em um momento de arrumação e faxina da casa. Em previsões muito otimistas, poderemos ter um dólar brigando na zona 3.09 a 2.95, caso várias reformas sejam aprovadas. Olhando de forma pessimista, poderemos ter um dólar brigando na parte de baixo na zona dos 3.50 ou caso tudo der errado, dólar nos 4.10. Ou seja, está tudo indefinido neste momento.
O senhor mercado não perdoa.

Em julho teremos a parte II e em dezembro a parte III (FINAL) com as conclusões.
Caso tenha perdido as análises iniciais sobre a Vale do Rio Doce ( Vale3) após o desastre de Brumadinho, veja aqui
Pessoas de diversos fóruns (sardinhas), estão comprando as ações da Vale, achando que a mesma subirá, pois se trata de papel forte. Mas nesse caso, melhor esperar por três meses antes de fazer alguma “jogada”, além dos fatores postados no artigo anterior, algumas ações coletivas nos EUA logo ocorrerão, trazendo mais prejuízo ao caixa líquido da Vale. Não se esqueçam dos grandes players que estão segurando esse papel, então tudo pode acontecer.
Novamente o suporte 41.84 será testado, outros suportes prováveis: 34.86 e 24.53 … Caso nem esses suportes segurem, o mercado provavelmente buscaria os mesmos preços de 2015 da tragédia de Mariana.
Muita cautela
Observando bem o Gráfico da VALE3 no Período MENSAL, no fechamento na sexta 28, podemos observar que o as ações da Vale estavam se recuperando de três meses de baixa, com chances de tocar nas máximas novamente em poucas semanas/Dias.

Já no fechamento de hoje, praticamente devolveu todos os ganhos do mês, e a tendência de ALTA e RECUPERAÇÃO, se tornou novamente tendência de Baixa.
O primeiro suporte forte foi rompido ( 44, 67) , próximos suportes fortes : 34,86 e 24,43

As notícias para a Vale não são nada animadoras, até o presente momento:
Bônus e Dividendos: bloqueados para pagamento em 2019
Bancos cortraram recomendação para o papel: incluindo HSBC, BMO, Macquarie, Jefferies e Clarksons Platou.
Multas: Ibama (250 mi)., SEC Meio Ambiente Brumadinho (99,1 mi)
Standard & Poor’s: colocou ratings de crédito corporativo da Vale (SA:VALE3), incluindo os ratings na escala global em moeda estrangeira ‘BBB-’ e na Escala Nacional Brasil ‘brAAA’, em CreditWatch (revisão) e colocou os ratings das subsidiárias da empresa também em CreditWatch com implicações negativas.
Bloqueios: 11,8 bilhões
CVM: Processo de investigação aberto
Mais multas, mais mortos e mais penalidades acontecerão…
Ibov a 93 mil pontos e nova alta histórica. Fatores internos(novo governo, privatizações, reformas) e externos (juros americanos, reunião com a China) influenciaram isso.

O próprio presidente Jair Messias Bolsonaro, comentou no Twitter sobre a alta histórica:
A Bolsa de valores atingiu mais uma máxima histórica. O cenário mundial somou-se ao otimismo no Brasil com o novo governo. Com saúde fiscal e liberdade econômica, vamos resgatar a confiança em nosso país!
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 9 de janeiro de 2019
E sobre o dolar?

Sim amiguinhos, corremos o risco de ter um dolar a 3.09 novamente, segundo o gráfico mensal. Caso essa tendência de “boas notícias” ocorram pelos próximos meses, em breve o mercado testará novamente naquela região de suporte forte. Digo mais. Dólar a 2,85 não está descartado, mas vários outros fatores de mercado, commodities e juros precisam ser acompanhados. Mercado é isso, analisar dia a dia, número a número.
Petrobrás
O mercado pego de surpresa com duas notícias da Petrobras: todos diretores da era PT foram exonerados e trocados por uma equipe por mercado e maior redução dos preços da gasolina nas refinarias dos últimos 14 meses. Depois da queda de 0,94% anunciada no último dia 4, a Petrobras comunicou que voltará a reajustar o preço da gasolina nas refinarias para baixo a partir desta quarta-feira (9). Com a decisão, o preço do litro do combustível passará dos atuais R$ 1,4537 para R$ 1,4337, uma redução de 1,38%. Patamar é o menor desde outubro de 2017.
Com a fala ontem do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que criticou o alto percentual de refino da estatal: “não é concebível que uma única companhia (a Petrobras) tenha 98% da capacidade de refino, seja ela qual for, em um país”, isso indica possível abertura de mercado/privatizações e consequentemente queda de preços.
Nesta quarta-feira tensa em que Trump briga com o FED por causa do aumento de juros em 0,25 …
“É incrível que, com um dólar bem forte e praticamente nenhuma inflação, o mundo exterior explodindo ao nosso redor, Paris em chamas e com a China em desaceleração, o Fed ainda esteja considerando outro aumento de juros. Que vitória!”, escreveu Trump em uma publicação em sua conta no Twitter
It is incredible that with a very strong dollar and virtually no inflation, the outside world blowing up around us, Paris is burning and China way down, the Fed is even considering yet another interest rate hike. Take the Victory!
— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 17 de dezembro de 2018
E sendo o último dia antes do recesso do Judiciário, o Ministro do STF, Marco Aurélio Mello, concedeu liminar absurda e improcedente que concede liberdade para presos em segunda instância. Por volta de 16h30, o Ibovespa registrava alta de 1,13% aos 87.588 pontos, com o dólar recuando 0,94% a R$ 3,8755. Na época eleitoral, essa notícia traria muita volatilidade para os mercados, derrubando bolsas e ações, fazendo os juros subirem e puxando a valorização cambial.
Mais de 170 mil criminosos podem ser soltos.
Aliás, o Supremo Tribunal Federal, hoje, é o mais nefasto fator de instabilidade institucional e desagregação social do Brasil. Essa liminar é um acinte à sociedade civil e receberá uma resposta à altura. Tamanha teratologia não vai prevalecer.
Lula, um peso morto e totalmente sem importância para o mercado
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