Prezados leitores:

A primeira parte desta excelente série pode ser facilmente acessada neste link!

 

Entendendo o Militante de Esquerda – Parte II

 

A covardia, que é uma característica notória da militância “mortadelófaga” [1], está muito bem definida nas ações da militância da esquerda. Ela se dá por ações direcionadas a pessoas ou grupos que não possuem condições de se defender, tampouco de ter direito a opção de escolha.

Os ataques da militância sempre são demonstrações daquilo que acostumamos a chamar de “ódio do bem”. Exemplos como o desejo de que opositores políticos morram, como foi o caso do jornalista Hélio Schwartsman desejando a morte do Presidente Bolsonaro. Outro caso famoso é o da empresa que fabrica e comercializa a cabeça de Bolsonaro, uma demonstração de covardia do tipo “o mal que eu faço tem um motivo nobre”. Todos são militantes, ao modelo que Guilherme Fiuza costuma usar “os revolucionários do Leblon e da Vila Madalena”, ou seja, aqueles que não acordam cedo, não produzem e ainda pensam que a sociedade tem uma dívida com ele ou culpa pelo seu estado de inutilidade funcional e intelectual.

Já conhecemos os variados tipos de militantes, tanto os que não tomam banho quanto os que usam perfume francês e bebem champanhe. Apesar de parecerem dois tipos de militantes, ambos creem que uma revolução socialista levaria o país ao fabuloso Estado de Igualdade, já refutado na teoria e na prática.

Conservadores são alvo da covardia da esquerda o tempo todo. A última movimentação foi sistêmica da militância, que foi usar as redes sociais para diminuir as manifestações espontâneas do povo em apoio ao Presidente da República. Os militantes da imprensa lançam uma narrativa e os militantes anônimos (não que os jornalistas sejam diferentes) propagam as falácias entre sua meia dúzia de seguidores. O modus operandi é sempre o mesmo: a mentira e a covardia.

Quem teve uma formação com bases na ética e na moral, com princípios responsáveis por não deixar que o ocidente sucumbisse, sabe que a covardia nada mais é do que usar de meios de contraposição que atentem contra esses princípios, exatamente. Ou seja, o uso da mentira e da calúnia como armas é a demonstração maior de covardia. Para ilustrar bem este padrão, veja a situação. O então candidato à presidência, Jair Bolsonaro, em 2018 escancarou a roubalheira de Lula e do PT, estraçalhou a fábrica de mentiras e narrativas chamada Rede Globo e expôs o centro podre da política nacional. Essas foram armas que tinham a verdade como cerne. Vendo a iminente decadência da esquerda cleptocrata, os militantes, controlados por mentes superiores, são arremessados contra o agora presidente, utilizando-se de historinhas e contos da carochinha tais como Queiroz pra cá, milícias pra lá, compra de vacina, genocídio e blá, blá, blá. Como a implosão foi feita por alguém que conhece a política por dentro, resta ao establishment destruir o inimigo, que chegou ao poder com o histórico de quase três décadas na política sem ser citado em nenhum caso de corrupção. Isso foi o suficiente para elegê-lo presidente.

A mais nova manobra do STF, Senado e demais inimigos dos conservadores foi a CPI da pandemia, também nominada como CPI do circo ou CPI da cleptocracia. Uma comissão que já começou demonstrando covardia e pequenez de um Senado dominado por raposas como Renan Calheiros e Omar Aziz. Por um ato de interferência de um poder na competência do outro, o ministro Barroso determinou a abertura deste ato circense, que de divertido não tem nada, dada a fortuna gasta a cada espetáculo. Tudo isso e muito mais vem sendo orquestrado para tentar derrubar o presidente democraticamente eleito.

O fato é que a covardia da militância de toga, com mandato eletivo ou com a boca cheia de mortadela, se reflete basicamente no uso da mentira e na fabricação de narrativas, que só existem em suas férteis cabecinhas, para tentar ganhar no tapetão aquilo que nunca mais conquistarão nas urnas.

Por isso, a única arma contra um esquema tão fortemente montado é o voto auditável, tão combatido pela militância. Contra o aparelhamento estatal só existe uma arma: o voto auditável! Sem ele, o Brasil está nas mãos de iluministas, globalistas e socialistas usuários do Copacabana Palace.

Notas:

[1] Mortadelófago (a)- Hábito alimentar de animais que se alimentam de mortadela.

 

 

Davidson Oliveira, para Vida Destra, 01/07/2021.
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Crédito da Imagem: Luiz Jacoby @LuizJacoby

 

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Alvaro
Alvaro
1 ano atrás

Parabéns professor Davidson Oliveira pelo bem explicativo texto.
Realmente a última barreira contra a esquerda fanática é a implementação do voto auditável pois sem ele a fraude será certa, mesmo que não em 2022 mas certamente na posterior eleição para governos e prefeituras incluindo os parlamentares para dar suporte e inviabilizar o Governo Federal.

Adolfo
Adolfo
1 ano atrás

Nota 10 meu caro!