Vamos falar de fatos? Fatos superam crenças, e toda vez que teimamos em querer testa-las como “fatos”, devemos lembrar que este é um caminho que não deve ser mais percorrido.

Sejamos sinceros. Podemos não concordar com algumas atitudes de nosso Presidente? Sim. Mas podemos negar o sucesso de inúmeras ações que o governo vem fazendo até então? Não. Os números são estrondosos na Agricultura, por exemplo. Vamos ter a maior safra de soja da história. Os índices de criminalidade caem vertiginosamente. Não houve uma diminuição tão brutal de déficit publico como aconteceu neste ano em décadas.
Como não se empolgar com a apresentação forte, resoluta e enriquecedora como a de Paulo Guedes em Davos? Em 25 minutos convenceu os participantes presentes a sua fala, que os governos passados foram um desastre para nossa economia.

Educação, princípios e boa gestão geram resultados.

Para comprovar isso, vou citar alguns exemplos que ao longo dos séculos, confirmam a fórmula de sucesso, fórmula esta que muitos dos ministros deste governo estão aplicando em suas pastas.

Sabiam que ate o século XIV nenhum barão escocês sabia escrever seu próprio nome? Nações como a Escócia poucos sabem, tornaram-se potências intelectuais e educacionais através de uma jornada de protestantes que invadiram o território escocês difundindo o aprendizado através da leitura. Aprender a ler foi o tema crucial desta Cruzada cultural.
E qual foi o resultado séculos depois?

Adam Smith na Economia, autor de “A Riqueza das Nações”, Sir Walter Scott na literatura, autor de “Ivanhoé” e “Rob Roy”, David Hume na filosofia, autor de “Tratado da Natureza Humana”, John Stuart Mill autor de livros como “Da Liberdade Individual e Econômica”. Todos tiveram ancestralidade escocesa.

Existem outros exemplos que também encantam pelos pré-requisitos já existentes são os judeus.

Durante séculos foram proibidos de frequentar Universidades na Europa. Vejam vocês que somente no final do século XVIII, alguns países como França e EUA passaram a admitir o ingresso de judeus no nível superior.

E o que houve? Por causa da base educacional muito bem cuidada, judeus se transformaram em ícones nas áreas de química, medicina e física.

Entre 1870 a 1950 este grupo que representava menos 1% da população mundial, abocanhou 28% dos prêmios Nobel em media, nas matérias acima citadas.

Poderia dar errado ? Claro que sim, pois, se a base educacional fosse precária eles não evoluiriam tanto. Resultado magnifico. Este é um pré-requisito importantíssimo, portanto.

Dito isto, viajemos pelo tempo até chegarmos ao nosso País na data de hoje. Estamos nos últimos lugares do Pisa. Estamos fadados ao fracasso. Explicação lógica e objetiva. Não temos professores capacitados. Não temos um plano de carreira que os estimulem. Não temos escolas com uma grade curricular que desafie o aluno a pensar. Instituíram, por exemplo, a progressão continuada no Estado de São Paulo. Uma verdadeira abominação ao conhecimento.

Muitos Estados copiaram este péssimo exemplo educacional. Governantes passaram a se preocupar em dar uma bolacha, um copo com leite e repetir a dose no meio da tarde; e encaminhar estas pobres crianças que achavam que estando ali, dentro de uma escola pública, teriam verdadeiros tutores. Tudo se ensinou nas escolas nestes últimos anos: sexo precoce, colocação de camisinhas, masturbação, etc. Mas ensinar a ler, a escrever, somar, subtrair, dividir e somar, não estavam no currículo, pois, a progressão continuada, criação do PSDB e copiada pelo PT, transformou nossas crianças em adolescentes rebeldes, sem rumo, inseguros, incapazes e imaturos para enfrentar a vida e a concorrência no ensino superior e consequentemente no trabalho.

Mas existem dois ministros cientes desta falha, que é maior que a Falha de San Andreas nos EUA.

São eles Abraham Weintraub e Damares Alves. Não são festejados; muito pelo contrário. São apedrejados diariamente.

O primeiro deles mostra que a leitura é fundamental para as crianças como foi para os escoceses. O ensino fundamental também foi essencial para judeus, que apos séculos de proibições religiosas, não os tinham, como já dito sobre o direito de ingresso nas Universidades. A base educacional e o ingresso ao nível superior os transformou em um dos povos mais inteligentes deste planeta, ajudando bilhões de pessoas com seus estudos e descobertas.

Já a segunda, tem capacidade de superação vibrante. Não esmorece. Tenta a todo custo mostrar, com o devido carinho, que nossos jovens devem ser preservados e prega abertamente que estes mesmos jovens devem se resguardar mais alguns anos.

E como posso provar a vocês que Damares está certa? Fácil.

Existem dados fornecidos pela Universidade de Stanford, através de um estudo feito por Thomas Sowell, que demonstram a maioria esmagadora de jovens infratores não possuem os pais presentes na vida deles. E porque isto acontece? Por causa da gravidez precoce. Esses recém nascidos não tendo ou constituindo família, são criados em instituições públicas, por avós, unicamente pelas mães ou, quando têm sorte, por algum lar adotivo. Já os pais foram cooptados pelo tráfico de drogas ou pelo crime. Resultado: sessenta e três (63%) destes jovens infratores revelaram esta condição supracitada. Os dados são impressionantes.

Tornaram-se filhos adotivos, adotados pelo crime e pelo tráfico. Esse é o motivo. Não existe correlação com religião como muitos jornalistas mal intencionados querem nos fazer crer.
Simples assim.

Parabéns a este time de guerreiros que Jair Bolsonaro conseguiu formar!

Somente faço um simples pedido ao nosso presidente: deixe-os trabalhar, pois, estamos muito confiantes!

Paulo Costa, para Vida Destra, 28/01/2.020.

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Paulo Costa

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