Hoje em dia, os jovens recebem, ou receberam, educação suficiente para suprir o nível de suas habilidades intelectuais ou de sua ambição? Estes jovens utilizam o tempo livre de forma significativa e produtiva?

Fizeram planos com base em suas expectativas ou no percalço, na perseguição de seus objetivos que notoriamente envolvem preparação, obstinação, e estudo profundo?

São perguntas que se você refletir sobre as mesmas, descobrirá o porquê de uma juventude transviada, insegura, incapaz, medrosa, porém com um sentimento de culpa terceirizada, de raiva, incompreensível.

Uma das máximas para o fracasso segundo Aristóteles, é terceirizar a culpa. Dizia ele para seus alunos, que este comportamento além de ser inverídico diante da verdade dos fatos, encontra nesta subalterna afirmação, o não reconhecimento das limitações que o ser humano tem, quando não se prepara adequadamente para enfrentar o insucesso de suas decisões.

Afinal, não podemos terceirizar nossas limitações e convicções equivocadas sobre a vida. Mas o que vemos atualmente entre jovens que frequentam redações de jornais, revistas, canais de televisão e afins?

Atribuem seus problemas individuais e sociais a uma única variável, como sexo, classe social, poder. Suas frustrações nunca derivam da falta de dedicação, habilidade a ser conquistada através do esforço, estudo profundo, etc.

Entendem agora porque as cotas ajudam a fazer este estrago estrondoso aos jovens?
Proteção excessiva gera medo, ansiedade, ausência da preservação do pensamento lógico, instabilidade mental, doenças psicológicas, dor, pois, como o pensamento individual foi expulso do Paraíso, deu-se espaço unicamente para as decisões coletivas de caráter unicamente vitimista e análogo à escravidão mental.

A vida por si só e as decisões que os jovens venham a tomar ou tomaram, não são um risco individual desde o nascimento. Passaram a ser foco do Sistema, que dá migalhas para que os jovens não se sintam mais ofendidos por não terem brigado por seus direitos fundamentais, como educação de qualidade, por exemplo.

Agem na consequência e não na origem. São verdadeiros abutres da nossa sociedade, que querem uma população burra e cordeira.

O caráter individual que nos trouxe verdadeiras lendas do pensamento humano, como o próprio Aristóteles, Platão, Galeno, Maquiavel, Hobbes, São Thomas de Aquino, Santo Agostinho, Martinho Lutero, Galileu, Cervantes, Descartes, Locke, dentre outros que nos mostram através de seus escritos, que este caráter individual que deve ser sinônimo de resiliência diante das adversidades é matéria morta atualmente.

Estes jovens que copiam os membros de uma sociedade bilionária oculta, não negociam, tentam impor rótulos e máximas para perpetuar e perpetrar a escuridão moral de suas escolhas.

Não existe boa vontade, consideração mutua, e cooperação sincera, existe sim um mantra que toda e qualquer opinião diversa daquilo que foi instituído por uma minoria que quer ser a maioria, é golpe, é trapaça, é genocídio, é antidemocrático.

Ser grato a um homem que desde o início da pandemia, ponderou que empregos eram tão importantes como a vida e foi rotulado de imbecil, idiota, genocida, fascista e ditador.
Um Ditador que não pode decidir absolutamente nada.

A preservação da logica foi abolida na Pandemia. Milhões perderam empregos, fizeram dividas e talvez jamais possam voltar a ter o próprio negócio.

Mas nada disso importou. O mantra é mais importante, ou seja :  “precisamos odiar Bolsonaro, precisamos derruba-lo, precisamos demove-lo da cadeira de Presidente da República. Nada mais importa. Se tivermos que destruir empregos e vidas, se tivermos que gerar inflação, carestia, mais desigualdade, é isso que faremos”.

Caros leitores, não podemos deixar que estes ignorantes que vivem em fossas amorais, destruam o País, destruam o livre pensamento, destruam o contraditório, destruam nossas instituições públicas de forma negligente.

As pessoas que representam atualmente nossas instituições são avessas ao livre pensamento, a boa educação de base, a dedicação profunda, ao livre comercio, ao exercício da cidadania, enfim, são representantes de um Sistema, de um Mecanismo, oculto. Eles continuarão tentando jogar nossa sanidade mental na lata do lixo do Inferno, lixo este que nem o capeta quer ver ou sentir o cheiro.

Cabe a nós, brasileiros favoráveis ao livre arbítrio, ao contraditório, à Justiça confiável e honesta, à Democracia, que mesmo com todos os seus defeitos deve ser preservada, mostrar as entranhas do Poder; e que agora pela primeira vez se vê nas cordas.

Sejamos crentes de que as batalhas serão muitas e perderemos várias delas, mas o nosso esforço é que definirá os rumos do nosso País, pois não podemos desistir dos jovens, porque sem eles não haverá Nação.

 

 

Paulo Costa, para Vida Destra, 30/09/2021.                                                             Vamos debater o meu artigo! Sigam me no Twitter: @PauloCostaOfic2

 

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