A esquerda no Brasil, como no resto da A.L., vive um dilema secular. Apesar de descrever através de códigos revolucionários a fórmula ideal para sair da pobreza, com a criação de “salários dignos”, “melhoria das condições socioeconômicas dos pobres”, “preocupação pelo bem estar”, “minorias”, “meio ambiente”, etc., na verdade, possui raiva e repulsa pelo Conservadorismo. Aliás, de todos que não compactuem com suas “cartilhas”.

Explico. Prosperidade, ganhos reais e uniformidade das condições econômicas, só ganham força através das ações da iniciativa privada, em função de competição. Puro intervencionismo estatal não resolve.

As conquistas se tornam perenes, quando são alcançadas no pleno exercício do capitalismo já dizia Raymond Aron.

E qual é a nossa “realidade indesejável”que a esquerda nega: o Brasil é sinônimo de seis grandes bancos, seis grandes construtoras, seis bandeiras de cartão de crédito, seis grandes universidades federais, etc, como disse Paulo Guedes.

Nossa realidade atual, plantada por 20 anos de puro socialismo fabiano instaurou “resultados indesejáveis” na sociedade brasileira, no campo econômico e educacional. A real mudança social deve ser conquistada com ensinamento e educação de base e com geração de oportunidades.

Para isso o Estado deve deixar o intervencionismo de lado, deve vender estatais (privatizar mesmo), se desfazer de investimentos desnecessários, como fábrica de camisinhas por exemplo. Acreditem se quiser, Dilma Rousseff criou uma fábrica de camisinhas no Norte do País! O Estado não deve estar no Mercado como participante, mas como regulador.

Porém, nossos intelectuais tupiniquins preferem a retórica e não a realidade.

Quem proporcionou a medíocre realidade de sabermos que um aluno no terceiro ano fundamental ainda não sabe ler?

Foi Bolsonaro? Foi Abraham Weintraub?

Não. Foi o método Paulo Freire, instituído ha 20 anos.

Elegemos este pseudo-intelectual acima que foi “ungido” por gente que está vivendo em um mundo paralelo, que não é real!

Jovens necessitam de ensinamento e educação. As bases para isso foram quebradas sistematicamente, com pensamentos coletivistas, fruto de percepções comunistas, socialistas, fascistas e nazistas. Não ha como negar.

Os sistemas políticos acima primam pelo coletivismo de idéias, porém parte deles se vende como “progressista”. Afinal, é um palavrão se denominar como conservador que é sinônimo de quadrado, antiquado e superado; ou liberal, sinônimo de “entreguista das riquezas nacionais”.

Pura balela. Usam estas desqualificações para fugir dos argumentos sólidos e contundentes. Fogem do mundo real, se isolam do mundo externo, protegem-se da realidade. Estimulam inicialmente princípios ,mas querem impor suas noções e condutas. Este é o “modus operandis“.

Vamos apoiar o Governo Bolsonaro, apoiar nosso ministro da Educação e da Justiça.

Vamos incentivar as mudanças propostas por Guedes.

Deixemos os intelectuais tupiniquins de lado.

Afinal, resultados são medidos por números e vieses que determinam a velocidade das mudanças que devem ser implementadas no mundo real.

Paulo Costa, para Vida Destra, 18/12/2019.

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