Neste último sábado, houve motociata em apoio a Bolsonaro, em São Paulo. Apesar das contradições quanto ao número de participantes, as imagens falam por si. Foi, inegavelmente, um grande evento. E mais, foi a terceira iniciativa do tipo, já havendo outras planejadas. Fica cada vez mais claro o crescente apoio popular ao Presidente, apesar das pesquisas e imprensa negarem.

Diante disso, como se comportarão os opositores de Bolsonaro?

O Congresso e o Judiciário tudo fazem para inviabilizar o Governo. Ministros e políticos, supostamente aliados, atuaram e atuam contra. Investigações inconstitucionais são iniciadas e nunca se concluem. A Covid-19 foi e está sendo usada para imobilizar o Executivo e depois criminalizá-lo por isso. E tudo devidamente suportado por constante e intenso massacre midiático.

A CPI da Pandemia sintetiza isso. Porém, as arbitrariedades praticadas pelos senadores não convencem ninguém. Provavelmente irão pedir o impeachment de Bolsonaro, mas dificilmente haverá os dois terços de votos necessários na Câmara dos Deputados. Eles sabem disso, mas não se importam. Importa, sim, a narrativa para criar uma realidade paralela.

Todavia, essas ações criminosas e inverídicas vêm surtindo efeito contrário. Reforçam a percepção popular de que o Presidente é seu único defensor ante uma cleptocracia que visa retornar ao poder para continuar extorquindo o povo brasileiro. Já ficou claramente identificada a separação entre o Bem e o Mal; entre honestos e desonestos; entre os cristãos e os anticristo.

Nesse contexto, as motociatas parecem estar se consolidando como a grande onda Bolsonarista que antecipou em um ano a corrida eleitoral para 2022. Pela facilidade logística e impacto visual, elas têm tudo para se ampliar e atropelar governadores, prefeitos e STF, bem como catalisar anseios e reações populares contra arbitrariedades policiais e judiciais disfarçadas pela pandemia.

Certamente, esta possibilidade apavora a Esquerda e os centristas que pensam em uma terceira via contra os extremismos (sic). Eles ainda estão pensando em como poderiam se articular para as próximas eleições e a campanha de Bolsonaro já está ganhando as ruas como um rolo compressor.  Espontaneamente. Apesar da Covid 19, da imprensa, da CPI, do STF, da The Economist e do Papa.

Na Esquerda, de concreto há as candidaturas de Lula e de Ciro, que escolheu o ex-presidente como alvo. Os demais partidos ainda esperam maiores definições para se associarem a quem tiver melhores chances de vitória e lhes oferecerem maiores dividendos. Foram calcinados nas eleições municipais (2020) e, com isso, perderam ainda mais recursos públicos e credibilidade.

O PSDB tenta emplacar algum governador como candidato em uma chapa de centro (sic), enquanto FHC declara apoio a Lula em um segundo turno, mas seus governadores estão sendo incinerados pela pandemia. Kassab tenta reunir outros centristas – daqueles mais sinceros, que se associam sempre a quem paga melhor e não disfarçam – para também tentar uma terceira via.

Aparentemente, os ventos favoráveis ao Presidente se intensificarão no segundo semestre. Com a vacinação crescente, a economia, que já dá claros sinais de recuperação, poderá consolidar a trajetória de crescimento com indicadores robustos, até porque a base de comparação será com índices negativos. Auxílios emergenciais também continuarão por algum tempo.

Entretanto, a casta corrupta, desalojada do poder em 2018 sabe que não sobreviverá a um segundo mandato do Capitão. Ela têm que tirá-lo do poder e não haverá limites para tal. Podemos esperar intenso cancelamento de contas e censura nas redes sociais; tentativas de proibir motociatas e iniciar o impeachment. E, se este não for viável, a fraude nas urnas inauditáveis será a solução.

 

Nota: outros artigos de minha autoria que se relacionam com o tema deste e embasam análises podem ser acessados neste link!

 

 

Fábio Sahm Paggiaro, para Vida Destra, 17/06/2021.                                                Sigam-me no Twitter! Vamos debater o tema! @FPaggiaro

 

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Pruda
Pruda
2 meses atrás

A esquerda insiste em contar 6000 motos. Mesmo o mais leigo observador, ao ver as imagens do comandante Hamilton, percebe que isso nada mais é do que inveja da oposição. 1 milhão, guiness, isso também partiu da oposição, algo que no meio militar chamamos de contra-informação.