POLÍTICO PRESO

  Por Fabrício da Silveira – São Paulo/SP, 06/02/2019   Com a notícia da segunda condenação do ex-presidente Luiz Inácio por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, entre outros crimes (a primeira, pelo Triplex no Guarujá, a 12 anos e 3 meses, e esta, pelo sítio em Atibaia, a 12 anos e 11 meses), agora pela Juíza Gabriela Hardt, aquela mesma do “Se começar nesse tom comigo, vamos ter problemas”, vi aflorarem em sua defesa os discursos de “perseguido” e de “preso político”. Corrigindo: o marginal, ex-metalúrgico alçado à categoria…

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“O HOMEM CORDIAL” x ESQUERDOPATIA E DEMAIS EXTREMISTAS

Últimos posts por Fábio Talhari (exibir todos)

  Sempre digo aos meus alunos que há três livros que considero pontos de partida para qualquer discussão para o Brasil. A pessoa pode gostar, concordar ou não, compactuar ou não com as teses, mas são fundamentais para o começo de qualquer discussão sobre nosso país: “Raízes do Brasil”, de Sérgio Buarque de Hollanda, sobre o “Homem Cordial”. “Casagrande & Senzala”, Gilberto Freyre, sobre o “melting pot”. “Formação Econômica do Brasil”, de Celso Furtado, uma análise keynesiana da História Econômica Brasileira (pela minha ótica). A turma da esquerda vai preferir,…

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Por que você não deve perder tempo debatendo com esquerdistas

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Vinicius Mariano

Formado em ciência da computação, pós graduando em desenvolvimento de software, estudante de direito e economia nas horas vagas, apaixonado por política e ciências sociais. Ex-esquerdista, que deixou essa pseudo-ideologia por respeito à lógica e ao uso racional do cérebro
Vinicius Mariano
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O esquerdismo, visto pelo senso comum e pelos seus seguidores como a ideologia que luta contra os males sociais, como pobreza, fome, miséria, promove a justiça social e também contra a “direita fascista individualista”, não passa de um conjunto de ações baseadas na falta de lógica do indivíduo e no mau caratismo. Travestida de benesse, essa pseudo-ideologia política consegue, com seu discurso do bem, recrutar vários adeptos em espaços culturais, como escolas, mídias e universidades, contando, para isso, com um exército de intelectuais que contam meias verdades, capazes de fazer…

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A Tragédia Brasileira – Parte I: professores

De todos os absurdos que compõem a humilhante rotina de ser brasileiro, talvez não haja um mais ultrajante do que aquele que insistimos em dar o nome de educação. Refiro-me aqui mais diretamente à educação escolar, da qual participo como professor, mas não há como afastar a convicção de que se trata de problema cujos limites, se é que existem, estão muito além dos muros da escola. Família, governo, universidades e professores acusam-se mutuamente enquanto cada um dá sua própria contribuição para a grande merda coletiva nacional. Nas aulas de…

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